terça-feira, 18 de novembro de 2014

O relato do meu parto humanizado

Olá!!!

Meu filho nasceu gente! Ó que coisa mais maravilhosa! :) 

Ele nasceu no dia 17 de Setembro em uma Parto Domiciliar e Humanizado. 

Finalmente, depois de 2 meses e 1 dia de nascido que estou conseguindo vir aqui escrever para vocês sobre como foi o meu parto e todas suas consequencias positivas. Afinal, minha quarentena já foi completada e eu, apesar de MUITO cansada por falta de sono, estou MUITO bem em todos os sentidos. 

Vou resumir um pouco de tudo é claro, pois quero aproveitar também para deixar por aqui dicas de pessoas e informações que tive e que me ajudaram muito a me emponderar como mulher/mãe durante a gestação para conseguir seguir a natureza e fazer tudo como tem que ser em benefícios do meu filho e meu!

Vamos lá...


Resumidamente (primeiro), minha gestação foi um processo muito interessante. Foi um processo de entrega e aceitação literalmente.

Photo: Kyra Penido Mirsky


Digo isso, porque antes de engravidarmos muitas de nós mulheres sonhamos com o tal dia que iremos gerar uma vida. Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas, quando finalmente chega o dia, tudo é diferente (ou não, dependendo do caso). Mas, quase sempre é uma grande oportunidade de crescermos em todos os sentidos. E assim foi comigo. 

Descobri muito cedo que estava grávida pois meu ciclo menstrual era certinho. A gente (eu e meu marido) já falávamos em filho há muito tempo, e dito e feito, engravidamos :)  Fiz o teste e já estava com 2 semanas! Foi uma felicidade só e vários outros processos internos que surgem quando sabemos que tem um Serzinho dentro da gente sendo gerado e crescendo numa velocidade que nem conseguimos imaginar! 

Eu sempre pensei que com a alimentação saudável que eu tenho não iria enjoar na gravidez. Ledo engano. Percebi que não tinha nada a ver com alimentação ter enjoo. Na verdade, o que acontece é que o enjoo é até bom pois fortalece a placenta (que é a morada do bebê durante os 9 meses).  No final do texto quando chegar na hora do parto vou contar o que aconteceu com a minha placenta.

Pois bem, eu comecei a enjoar MUITO e de TUDO. De repente não conseguia comer quase nada. Nem as minhas frutas e vegetais crus tão queridos e que são a base da minha alimentação! Afinal, eles contém muita quantidade de água, e para muitas grávidas os líquidos e alimentos muitos ricos em água enjoam bastante. E assim foi comigo, acreditam? Pois é.

Foi o primeiro "entrega e aceita" que tive que trabalhar internamente. 

Bom, mas se eu não conseguia comer nada o que eu comi? Nos primeiros 4 meses confesso que comia o que dava dentro do veganismo que é uma alimentação que já sigo há mais de 8 anos e que me sinto bem. Porém, acabei abrindo algumas exceções pois tinha dia que não descia nada e alguns desejos (memórias afetivas) realmente vieram com tudo. Abri exceção para pizza, pão de queijo e ovo, alimentos que não como há mais de 8 anos e que também não acredito serem a melhor opção para uma dieta saudável no dia a dia. Mas, como venho mudando muito meus conceitos já faz um tempinho, acredito que quando sabemos como usar certos alimentos nem tão bons conseguimos tirar o proveito deles sem nos prejudicar (a tal da Alimentação Inteligente). Mas, de qualquer forma minha proposta de reeducação alimentar é sempre o veganismo, pois realmente acredito que ele seja a alimentação ideal como base para o dia a dia por milhares de outras questões.

Na gravidez foi assim e com o meu conhecimento de alimentação soube fazer as melhores opções dentro do possível. E a coisa boa é que comi muito pouco desses alimentos "não ideais" pois acabava enjoando deles também.  E como só consumi os consumi pouquíssimas vezes e bem no começo, até uns 2 meses de gravidez, a minha gestação completa foi praticamente vegana e com muito êxito! 
Nesses primeiros meses a minha base alimentar eram os vegetais, as leguminosas, os grãos, e as frutas que conseguia comer.

Acabei só conseguindo comer tudo cozido nesses meses de enjoo e quase nada cru (e isso pra mim foi muito difícil, confesso). Meu enjoo durou 4 meses!!! Foi brabo. Mas, foi tudo muito importante e agradeço muito por ter vivido esse processo. Até hoje agradeço ao meu filho por tudo que eu venho passando de crescimento pessoal e interno com a vinda dele. 

Bom, depois dos 4 meses bem enjoados e comendo o que eu nem acredito que seja o mais saudável, veio a alegria!

De 4 pra 5 meses eu comecei a querer comer todos os alimentos que amo e que realmente fazem bem de volta! Muita fruta, muita verdura, vegetais, e tudo cru! Ainda continuei comendo leguminosas e alguns grão cozidos, além de alguns tubérculos e raízes cozidas, mas a base voltou pra mesma: frutas e vegetais crus na maior parte do meu dia.

Um detalhe importante foi que foquei em muitos alimentos crucíferos que são ricos em cálcio (brócolis, couve flor, repolho, couve etc), folhas verdes escuras (ricas em proteína) e também fiz suplementação de B12 (pois antes de engravidar ela estava baixa por algumas razões que pretendo um dia escrever por aqui). E esse foi o resumão de como foi a minha alimentação durante a gravidez. 

Além da alimentação, outros pontos cruciais que me prepararam para o meu parto foram os exercícios físicos e mentais que fiz durante a gestação.



Photo: Kyra Penido Mirsky



Mentalizava meu bebê super saudável dentro da minha barriga e depois fora dela. Mentalizava que eu iria ter o parto natural, e que tudo ia dar certo. Mentalizava muita luz e amor sendo emanadas para ele. Mentalizava e também verbalizava muitas coisas positivas e tenho certeza que isso fez diferença.

Fiz muita caminhada tanto na areia quanto no calçadão, peguei muito sol, mergulhei no mar e tomei banho de cachoeira, fiz ioga, dança do ventre e outros exercícios para ajudar na hora do parto com a minha querida Doula Diana Schneider.

Photo: Kyra Penido Mirsky



E falando em Doula...esse foi o começo da minha preparação para o parto em casa.






Nos primeiros meses fui em busca da minha equipe que iria realizar meu parto em casa. Desde o início que descobri a gravidez, eu sabia que iria ter meu filho da forma mais natural possível como todos os outros animais na natureza tem sem precisar de intervenções ou se questionarem se são capazes de parir. Eu sabia dentro de mim que tinha essa capacidade, pois eu confio na natureza.
Sempre achei muito doido as pessoas preferirem uma cirurgia do que um parto normal/natural. Pra mim cirurgia é em último caso e olhe lá! O que ela faz com nosso corpo é uma agressão fortíssima além de anestesiar a mulher no momento mais lindo da vida dela! Totalmente diferente da capacidade do corpo que é completamente preparado para PARIR.

Como eu sempre confio no corpo e na natureza minha escolha foi, claro, o parto em casa feito por mim e pelo meu filho. Porque quem faz o parto somos nós e não os médicos ou parteiras. Eles devem somente ajudar nesse momento. 

Depois que encontrei minha Doula (a Diana) lá pelos 6/7 meses comecei minha aula de ioga e conversas com ela para ir me preparando para o grande dia!

Além da aula e das conversas, comecei a me informar muito, até mesmo para ter argumentos e provas (porque nessa sociedade tão distante do natural precisamos informar as pessoas e principalmente a família que parir naturalmente e em casa é algo normal e saudável, e que não tem tantos perigos como se imaginam, afinal, a humanidade vem nascendo assim desde sempre não é mesmo?).

E assim começou minha busca e a outra grande descoberta da minha vida depois da alimentação: A INDÚSTRIA DO PARTO que só visa ganhar dinheiro e tratar as mulheres como seres super frágeis incapazes de parir naturalmente, e que causa sérios danos tanto na mãe quanto no bebê. Afinal, nascer de forma agressiva (como é na maioria dos casos), e distanciar o bêbê da mãe logo após o nascimento - fora as outras intervenções que são feitas no bêbê absurdas e totalmente desnecessárias - é realmente assustador e causador de muitas complicações emocionais nas futuras crianças/adultos que podem ou não serem revertidas (dependendo da vontade de se tornar consciente ou não), sem falar na mãe, que em muitos casos acaba sofrendo de depressão pós-parto. O que ninguém questiona é como a mulher se sentiu na hora do parto, e se ao sofrer as intervenções, se aquilo não a prejudicou emocionalmente.

Um filme que indico muito e que me ajudou a mostrar para minha família e para a família do meu marido que não éramos loucos nem "hippies", foi o maravilhoso documentário "O Renascimento do Parto". Uma querida amiga que também é Doula, a Fernanda Moura, trouxe para mim, pro meu marido e pra uma amiga assistirmos. Nós vimos e só me deu mais coragem. E nossos familiares assistiram e passaram a nos apoiar. Foi realmente importante esse documentário nesse processo. Super recomendo! 





Além desse documentário eu assisti outros e li sites e artigos que só confirmavam minha escolha. No final do texto compartilho com vocês alguns deles. 

Até o grande dia, foram outros processos de "aceitar e agradecer", principalmente as últimas semanas. Pois trabalhei até praticamente o último mês, e me cobrava muito de curtir mais minha gestação e trabalhar menos. Hoje percebo que fiz tudo nos conformes, nem tanto assim como pensava. Curti sim cada momento da gestação, mas a cobrança interna materna começa muito cedo! rsrs

Com 36 semanas eu conheci o outro anjinho, a Alê (Alexandra Celento), minha enfermeira obstetra! Foram algumas consultas e encontros antes do parto para eu tirar todas as minhas dúvidas e estreitar ainda mais o laço com quem ia me ajudar a colocar meu bêbê no mundo! Foi fundamental pra mim, todas as conversas, o apoio emocional.

E assim estava feito minha equipe: A Alê e a Diana. Como back up, eu tinha minha obstetra Bernadette Bousada pra fazer meu parto humanizado e natural no hospital. Mas, eu sabia que isso era mais uma precaução do que uma realidade. 

Quando chegou nas 38 semanas a espera pelo "a qualquer momento" começou muito forte! Pois eu comecei a sentir pequenas contrações durante a noite. Sempre achava que ia ser o dia! E não era. Mais um momento de "aceita e agradece". Ah essa expectativa que temos como seres humanos que tudo aconteça exatamente como a gente quer e na hora que a gente quer!


Minha última aula de ioga pra gestante antes de parir. Eu sou a décima barriga da esquerda pra direita :)


Mas, a vida sempre vem pra ensinar, que sim, se acreditarmos tudo acontece como a gente quer, mas nem sempre na hora que a gente quer. E assim foi comigo. Até as 40 semanas e 3 dias ele não vinha, porque claro, não estava pronto, seu pulmão não estava totalmente pronto e ponto final. O bebê sabe quando ele está pronto para vir, e respeitar o momento certo dele é muito melhor e ele nasce muito mais saudável. O absurdo das cesarianas programadas no dia e hora que a mãe ou o médico querem só prejudicam o bebê, pois eles nascem muitas vezes não tão maduros, com o pulmão que não está pronto e por isso os bebês acabam indo para as incubadoras ou nascem com outras complicações. A mulher entrar em trabalho de parto é FUNDAMENTAL, mesmo que no final ela faça uma cesariana por real necessidade.

Tudo o que eu fiz foi conversar MUITO com ele, preparar a casa, lavar suas roupinhas, suas fraldas de pano e aguardar o momento que ele quisesse vir. Fui apreciar a natureza do Rio de Janeiro, fui pra praia, mergulhei no mar, rezei, agradeci, li, fiz minha última aula de ioga e peguei muita energia positiva com as outras futuras mamães e, claro, dormi MUITO!!!! O máximo que eu podia. E isso é muito importante, porque o primeiro mês é PUNK! Até hoje tudo o que quero é ter uma noite de sono inteira. 

Bom, mas o grande dia chegou! Foi com 40 semanas e 4 dias que nosso Cauê quis vir ao mundo prontinho e saudável! 

As contrações bem fortes começaram por volta das 4 e pouca da manhã. Ligamos para a Diana e ela me sugeriu tomar um banho de chuveiro deixando a água quente cair na minha lombar, e disse que se ao voltar pra cama eu continuasse com as contrações e elas ficassem ritmadas (quer dizer de 10 em 10 minutos, ou de 5 em 5 minutos) eu deveria ligar pra ela, pois seria o grande dia!

E foi exatamente o que aconteceu. Assim que voltei pra cama, elas ficaram mais fortes e ritmadas. Ligamos pra Diana. Ela chegou em 30 minutos e eu já tava que tava sentindo as maravilhosas dores das contrações. E não é brincadeira não quando digo maravilhosas, pois sem elas como iria parir? A Diana sempre falava pra gente chamar as contrações de amigas. E posso falar que a dor é grande mas não é sofrimento. Dor e sofrimento são coisas completamente diferentes.

Bom, e o processo de contração/para/descansa/contração/para/descansa/contração ficou indo até que foi aumentando, aumentando... Nesse tempo que durou 10 horas até a hora do parto, a Diana e a Alê colocaram músicas lindas para eu ouvir, que falavam de coisas positivas e tinham uma melodia deliciosa e relaxante. Elas faziam massagem em mim, acendemos velas no meu quarto e fechamos as janelas para ficar tudo escurinho caso ele viesse. Meu marido ficou do meu lado na maior parte do tempo, me dando a mão, olhando nos meus olhos e me segurando nos momentos que eu andava pela casa e de repente viam as dores e eu precisava abaixar, ele tava lá! e isso fez toda a diferença, pois me deu segurança e amorosidade, que é tudo que a mulher precisa nesse momento. A Diana e a Alê também me seguravam, me davam a mão e me emponderavam ainda mais como mulher-animal (que somos!!!! E é melhor se conectar com esse lado nesse momento para tudo fluir mais).

Até que chegou um momento que eu comecei a resistir as contrações amigas!

Estava cansada e queria que ele viesse logo, é claro. Porém, a minha resistência só atrapalhava e prolongava ainda mais. Foi então, que eu resolvi começar a sorrir e dar risadas quando vinha cada contração! Se era pra aceitá-la, então foi com sorrisos que aceitei totalmente essa maravilha que são as contrações! Me lembro da cara do meu marido e da Diana e da Alê. Eles não acreditavam que eu estava sorrindo a cada contração!! Foi realmente transformador pra mim e acredito que pra eles também.

A cada contração que eu sorria era como se o Cauê estivesse mais feliz e vindo com mais força pra fora da minha barriga, só porque eu decidi aceitar que a dor do parto é a dor mais maravilhosa que pode existir.

Logo após, decidimos que eu levantaria e daria uma andada pra mudar a posição. Fomos para o corredor e ali resolvi ficar. Passou um tempo de contrações e gritos muito altos, e nada dele vir. Então a Diana falou algo na hora que foi fundamental: "Malu, lembra do nosso trabalho com o períneo? A força é no períneo." Gente, eu não sei como eu consegui ouvir naquele momento, mas eu sei que entendi e comecei a mudar o meu "grito" de expulsão.

Decidimos voltar pro quarto, pra minha cama, e lá me senti bem de ficar na posição de 4. Comecei a colocar minha força lá pra baixo em vez da garganta, e não deu outra, em 3 contrações ele veio ao mundo de forma linda!

Saiu do meu corpo com duas circulares enroladas no pescoço! Você sabia que se eu estivesse no hospital provavelmente eles iriam me indicar uma cesárea porque o cordão umbilical estava enrolado? DESNECESSARIAMENTE. Afinal, meu filho nasceu não só com uma, mas com duas! e correu tudo bem.

Ele nasceu limpinho só todo molhadinho e nem sangue tinha! Veio direto para os meus braços já de olhos abertos (pois nosso quarto estava todo escurinho para respeitar a saída da barriga, que é escurinha, para o mundo) e não chorou. Começamos a falar com ele: "Chora Cauê. Chora Cauê.", e de repente e lindamente ele começou a chorar. Foi lindoooo! Dali ele foi direto pro meu peito, e como um animalzinho já foi procurando meu peito e abocanhou! Começou a sugar e essa sensação é inexplicável!

Veio ao mundo de forma amorosa, sendo respeitado em todos os momentos sem sofrer nenhuma intervenção - assim como eu não sofri nenhuma - como, por exemplo, levá-lo embora pra longe de mim para ser aspirado, darem banho (o que é desnecessário pois a camada de fluidos que eles nascem servem para protegê-lo nos primeiros dias e não é recomendável que se dê banho pelo menos até os 3 primeiros dias pelo menos), colocarem colírios, darem tapinha na bunda pra chorar, ficarem em encubadoras longe da mãe por um tempão sofrendo já a separação traumática.

Eu pari minha placenta tranquilamente, e a Diana e a Alê ficaram impressionadas como ela era firme e saudável! Elas ficaram com os olhos arregalados, namorando a placenta, juro! rsrs Eu fiquei muito feliz de saber que isso era um ótimo sinal. O meu bebê tava em um ambiente realmente saudável na minha barriga.

Minha recuperação foi incrivelmente maravilhosa! No terceiro dia eu já não tinha mais barriga!!! Fiquei sequinha! Me sentia leve e disposta dentro do possível (com as noites mal dormidas). Quem me viu ficou impressionado como a recuperação de um parto natural é boa pra mulher. Atá agora, com 2 meses, estou colhendo os frutos bons da minha escolha.


Photo: Kyra Penido Mirsky 
Cauê com 15 dias :)


Realmente, a diferença de se ter um filho com parto natural e humanizado é definitivamente melhor para o ser humano chegar nesse nosso Planeta Terra. Gente como a palavra diz: "É NATURAL". E é indispensável que você tenha uma equipe preparada para te dar todo o suporte que você precisa. Uma Doula é fundamental e faz toda a diferença. Busque saber mais, tenho certeza que vai achar muita gente do Bem nesse caminho para te ajudar.

Futuras mamães, repensem seus partos, de verdade. Sendo uma opção real optem pelo mais natural, será melhor para vocês e para seus filhos. Não quero fazer apologia a nada, somente estou mostrando o meu lado, a minha experiência que acredito ser natural e normal, porém estamos muito distantes e insensíveis para entender a profundidade de colocar no mundo um ser humano com mais dignidade e menos intervenções que serão menos traumáticas pra ele. Parir naturalmente é amor em cada momento. A mulher produz um hormônio chamado ocitocina que é o hormônio do Amor. E ele só é bem produzido quando a mulher está se sentindo segura, bem e conectada para transmití-lo todo para o bebê na hora do nascimento. Parir naturalmente te transforma totalmente! Te conecta com seu lado mais animal e mais conectado com o Universo. Eu me sinto uma mulher muito mais forte, e meu bebê também se mostra muito mais forte. A minha vontade com este post é encorajar mais as mulheres que querem ter um parto digno. Acreditem, vocês PODEM :) Nosso corpo é perfeito para tal. Não existem tantos problemas assim como são falados. Busque mais, se informe, converse com outras mães, com outros profissionais e você verá o quanto é capaz de colocar um lindo Ser no mundo.



E dois meses depois...




Aqui está meu pimpolho, seu nome é Cauê e está super forte e saudável sendo amamentado em livre demanda com leite materno vegano :)

 Até mais meus amados!

Malu


Referências para se informar mais:


- http://orenascimentodoparto.com.br/
- https://www.facebook.com/MaterNatural
- http://www.amamentareh.com.br/

21 comentários:

Anônimo disse...

Malu, eu não costumo postar em blogs, normalmente sempre acho que nunca tenho nada muito importante pra dizer. Mas esse seu depoimento me tocou de uma maneira muito profunda, a ponto de me levar as lágrimas por trás da tela do computador. Eu não sou mãe e sequer estou grávida, mas tenho a certeza e a ansiedade da maternidade. Suas palavras são confortantes para alguém que pensa parecido em relação ao parto humanizado. A sua descrição é inspiradora e encorajadora. Toda luz e mais felicidade para você e sua família! <3

Livia Franco disse...

Lindo relato Malu! Parabéns pelo parto e por esse filhote super lindo! quero conhecê-lo! ;) Beijao e muito amor e leite pra vcs!

Ornela Mattos disse...

Malu,

Que texto lindo!!

Fiquei muito emocionada, consegui sentir cada sensação linda que transmitiu em suas palavras!
Tenho certeza que foi a melhor escolha, você é um Ser de luz, assim como seu filho agora!

Gratidão!

Unknown disse...

Que lindo relatooooooooooooo!!

Carine Martinez disse...

Nossa que experiência maravilhosa...meu desejo é de ter com 100% de certeza parto natural quando tiver meu filho(a). Nosso corpo já é preparado para isso. Se formos positivas vai dar tudo certo como aconteceu com você. Muito lindo seu relato e parabéns pelo incentivo!!!!!

Aline disse...

Que coisa mais linda! Emocionante! Tb fui às lagrimas. Parabéns!

Camille da Rocha Pinheiro disse...

Parabéns Malu! Lindo relato!
Emocionante!
Muito obrigado por compartilhar!
O Cauê é lindo! Parabéns!

Ana Oliveira disse...

Malu, que relato maravilhoso! Já desconfiava que seu parto seria natural e humanizado porque acho que tem tudo a ver com suas escolhas e modo de vida. Acredito que cada vez mais essa tem sido a escolha das mulheres, que com relatos como o seu, vão se sentindo mais seguras consigo mesmas. Acho que quem leu seu artigo pôde sentir realmente cada sensação que você compartilhou conosco, de tanto amor que havia nelas! As fotos são provas disso, que fotos lindas! Simplesmente agradeço por compartilhar tão lindamente sua história e experiência com todos nós de forma assim tão aberta e sincera! Tenho certeza que isso será fundamental na vida de muitas pessoas! Parabéns pela sua linda gravidez e seu lindo filho! Dá pra perceber toda a luz que envolve vocês! Obrigada pela inspiração.

Thalassa disse...

Malu, Muito obrigada pela dedicação e inspiração em descrever tão lindamente como foi essa fase da sua vida. Atitudes como a sua são fundamentais para ajudar cada um de nós a melhorarmos nossas vidas. Parabéns! Um grd abraço para vocês e para o lindo Cauê!

Anônimo disse...

Que lindo e emocionante relato. não estou grávida, mas venho algum tempo tentando engravidar. Tenho uma prima e uma amiga que tiveram parto humanizado em suas casas e espero poder, um dia, realizar este feito, só falta convencer meu marido que isto é natural, e se Deus quiser e meu corpo permitir, no dia que for agraciada com uma gestação espero que o nascimento seja humanizado. Obrigada por compartilhar sua vida conosco.

Lígia Santos Barreto da Costa disse...

Acho ótimo posts como o seu. Não sou mãe e nem estou grávida, ainda bem, pois passo por um dilema terrível que me faz muito mal. Para ter filho temos duas opções: uma que não é nada saudável nem para a mãe e nem para o bebê, com diversas intervenções desnecessárias ou um parto humanizado e saudável, porém tenho pavor das dores do parto, tenho pavor, é muito medo mesmo. Ler artigos como o seu me faz acreditar que é possível, mas ainda tenho pavor. Sem contar que não sei se conseguiria passar por tudo isso com pessoas me olhando (isso seria pior ainda num hospital).

Marilene lena disse...

Que lindo relato Malu, fiquei muito emocionada e feliz pela sua escolha. Felicidades para você, seu marido e para o Cauê. Paz e Luz!!!

Luci Rossa disse...

Você é uma linda e te acho cada vez mais linda com tudo que você faz e acredita.
Te admiro.

Parabéns.
Continue postando para que mais mulheres tenham coragem de ser mulheres.


Grata!

Rosi Bicudo disse...

Malu que lindo seu depoimento. Parabéns à você pela determinação de trazer o seu filhote ao mundo de forma natural e linda. Deus os abençoe!!!

Mayadevii disse...

Querida Malu,

Toda gratidão por compartilhar algo tão intimo. Suas palavras saem da alma, e atingem nossa alma! Gratidão, inspiração e amor

Paulo Costa disse...

Ao ler seu comentário qualquer coisa que eu diga em palavras ficará sem sentido. Linda sua capacidade de ver a vida por um plano completamente maravilhoso! Desejo-lhe,e ao seu lindo bebê toda a felicidade do universo!

Sandra disse...

Essa liberdade de ter seu bebe LINDO acompanhada de gente que sabe bem o que faz, não tem preço. Parabéns pela escolha do parto humanizado e super parabéns pelo Cauê que sendo filho de quem é só podia ser a coisa mais linda do mundo. Você é linda e corajosa. Tomara que muitas gravidinhas mudem de opinião por causa desse seu relato. Bjs Malu.

Anônimo disse...

Emocionante!!!Como esperei por este relato...
Estou encantada com sua experiência... Seu bebê é lindo, esta super saudável e fofinho... Mais uma vez vc nos mostra com sua experiência de vida como a vida pode sem simples e muito mais bela... Sou sua fã!!!
Deus abençoe muito sua familia!!! Super beijo... Jenyfer Andreia

Malu Paes Leme disse...

Queridos! Eu que tenho a agradecer a vocês tanto carinho e amor! Fico muito feliz de poder ser a sementinha do bem e poder mostrar para as pessoas que isso é possível nesse mundo louco que vivemos.

Ser sementinha do bem é estar em contato com toda a sua verdade interior: luz e sombra, aqui, neste Planeta Terra.

Bjs de luz em todos!

Malu Paes Leme disse...

Queridos! Eu que tenho a agradecer a vocês tanto carinho e amor! Fico muito feliz de poder ser a sementinha do bem e poder mostrar para as pessoas que isso é possível nesse mundo louco que vivemos.

Ser sementinha do bem é estar em contato com toda a sua verdade interior: luz e sombra, aqui, neste Planeta Terra.

Bjs de luz em todos!

Kayo Muller disse...

Alem de todos os seus dons tao lindos, suas palavras colocadas com seu jeitinho, nos transportam diretamente pra todas essas experiências que você compartilha! Pude sentir cada palavra, cada sorriso, cada expressão de dor ou aceitação no seu relato. E esse amor tao único e cheio de luz que você emana minha linda, reverbera em absolutamente tudo que vc faz! Você ja foi semente sim, mas agora voce e' flor! Gratidão profunda e transbordando de amor! <3
beijos de luz!